domingo, 26 de junho de 2011

Cornus sanguinea L. subsp. sanguinea (Fam. Cornaceae)



Arbusto ou pequena árvore de 1,5 a 5 metros de altura, ramos erectos, opostos; folhas opostas, ovais ou elípticas, margens inteiras; inflorescências terminais, pétalas brancas; fruto globoso. [1]

Na Europa distribui-se até ao paralelo 60º, estende-se pelo N e SW da Ásia. Na Península Ibérica, está ausente no quadrante SW e extremo SE. Em Portugal, ocorre em Trás-os-Montes, Douro Litoral e Beira Litoral. [1]

No Parque Natural de Montesinho, prefere orlas e clareiras húmidas de bosques higrófilos, nomeadamente nas margens dos rios. Sendo considerado pouco comum. Fitossociologia: Rhamno-Prunetea.  [2]

Nomes vernáculos: Sanguínho-legítimo. [1] Na zona onde este exemplar foi fotografado é conhecido por Sangubinho.

[1] CASTROVIEJO, S. et al. (Eds.), 2007. Flora Ibérica. Plantas vasculares de la Península Ibérica e Islas Baleares vol. VIII, CORNACEAE. Real Jardín Botánico, C.S.I.C. Madrid
[2] Aguiar C. Flora e vegetação da Serra de Nogueira e do Parque Natural de Montesinho. Tese de Doutoramento. Lisboa. 2000

domingo, 19 de junho de 2011

“Ordo Zoelarum”: Arqueologia e Identidade Transmontana no Museu Abade de Baçal (Bragança)


"Foi inaugurada no dia 17 de Junho, no Museu do Abade de Baçal, a exposição “Ordo Zoelarum” : Arqueologia e Identidade Transmontana.

A iniciativa pretende transmitir ao público o interesse arqueológico da região, os estudos e prospecções do território que aqui têm vindo a ser realizadas, associam-se à relevância da colecção Epigráfica do Museu do Abade de Baçal, resultando pertinente e oportuna a concretização de uma exposição temporária que transmita a riqueza cultural e patrimonial da região neste domínio.

A exposição terá uma forte componente material, documental e lúdica, onde se associa o objecto museológico e sua devida contextualização a um vasto programa educativo, diverso e dinâmico, de assinalada abrangência quer ao nível dos públicos que pretende atingir quer ao nível das aptidões que visa estimular.

Esta temática proporcionará um forte envolvimento da comunidade local e afirmar-se-á com bastante peso na dinamização do património local e regional da instituição e como dinamizador de novos públicos, permitindo, um roteiro territorial da epigrafia Luso-Romana em Trás-os-Montes.

Tem como destinatários o público em geral e a comunidade local.
Esta exposição, que traz pela primeira vez à região peças de extraordinário valor histórico é comissariada por Armando Coelho, professor da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, sendo financiada pelo QREN.
A exposição “Ordo Zoelarum” : Arqueologia e Identidade Transmontana, estará patente no Museu do Abade Baçal de 17 de Junho a 30 de Dezembro."

terça-feira, 7 de junho de 2011

Caminhada na Serra da Esculqueira-Pinheiros

 As Serras da Esculqueira e dos Pinheiros são o conjunto de 2 elevações, ambas com 1146 metros de altitude que se situam no noroeste do Parque Natural de Montesinho, nas proximidades das aldeias portuguesas do Pinheiro Novo e Pinheiro Velho e da aldeia espanhola da Esculqueira. É limitada a Oeste pelo rio Rabaçal e a Sul pelo rio Assureira, um afluente do primeiro. Nesta região predominam as rochas graníticas e as casas das aldeias envolventes são construídas à base deste elemento, conservando a sua arquitetura tradicional.